quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Pontos Extras de Graça!!!
Olha que notícia maravilhosa, rs
'As Tvs por assinatura não poderão mais cobrar por pontos extras'
\o/
Pois é, a medida tomada pela Anatel decidiu que as operadoras de TV poderão cobrar pela instalação e pela ativação do ponto extra, mas não uma mensalidade fixa pela programação. As duas cobranças deverão ser feitas uma única vez.
Em exatos 179 dias, poderemos ter mais pontos pagando apenas pela instalação, que não precisa ser pela mesma empresa de tv que você assina, pode ser qualquer uma de sua preferencia, maas o assinate terá de se responsabilizar pelas possíveis interferências de sinais e por danos no equipamento da operadora.
Já a ABTA não gostou muito da nova regra não. Olha só o que o vice presidente achou da nova regra "-[A instalação de um ponto a mais sem custo] não é possível porque é necessário um terminal e ele tem custo"
Maaaas, essa é a nova regra, as operadoras gostando ou não, e ela deverá ser cumprida.
Agora pra nós, assinantes, isso será uma maravilhaaa!!!!
=]
-Grazi Miranda
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
PAY-PER-VIEW !!!

Escolha o filme ou canal pay-per-view que você deseja. Depois é só clicar no botão Confirmar a compra e pronto!"
Liberdade na TV à cabo 2
Eu também quero decidir o que passa na minha TV, concordo plenamente com isso. O meu projeto, PL 29, não cria nenhum tipo de cotas. Você poderá confirmar esta informação acessando a íntegra do meu projeto na página da Câmara dos Deputados. Informo que essa idéia infeliz é do deputado da base do governo, o Deputado João Maia, do PR do Rio Grande do Norte e foi acrescentada e aprovada no relatório da Comissão de Desenvolvimento Econômico.
Sou contra a cota e vou lutar para derrubar essa idéia ainda na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicações e Informática.
Sugiro que envie o seu e_mail de protesto ao autor dessa idéia o deputado João Maia e também à todos os membros da Comissão de Desenvolvimento Econômico que aprovaram esse famigerado relatório.
Atenciosamente,
Deputado Paulo Bornhausen
Como ele próprio diz nesse e-mail para dar uma olhada no projeto inteiro dele, ai vai o endereço de onde está o projeto:
http://www2.camara.gov.br/proposicoes
Nesse link tem apenas uma pequena parte do que realmente é o projeto, mas logo no começinho da pagina, eles disponibilizam o projeto inteiro em .PDF para todo mundo que estiver interessado em ler o projeto todo.
E lembramdo que a campanha de ontem pra hoje, em menos de 24 horas já está com 18651 pessoas participando e aumentando.
Talita Morais
(pode clicá q tah no link!)
página 1: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrczQV012tPxRus9zgWYWzxxm1nEZBbz9MeR1rGYff4dUJZ_ykKkePQ0IH1TJR9UMRqTINkAUOsCeofBHDWWERbnPGPaRU8K4EPpFPEiBuw8KMb4SsMnZ16_fYSUBvm172R1AKdZ06tpI/s1600-h/tvgato1.jpg
página 2 :
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5SMeQfrHCSP6kasPJV8-wHxx8WHPyMuapMMhePRxNJcOEbvaWQLdT8Gs8sXQNoS_poXW1nSwbsEiYMp49OmWa29Tm-hg3beQwd5dt6bUYmdLve8FKhAuGZZHBynHPB-KM9URHMFz1DaY/s1600-h/tvgato2.jpg
Obs: Peço perdão pelos desenhos rusticos, mas minhas canetas já não são as mesmas e neste pequeno projeto, o tempo não foi meu aliado...
Espero q gostem!
Por
Mauricio Telles
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
TV PAGA EM CRISE?

Só que aqui ela está entre as campeãs de reclamações.
Entre Janeiro e Setembro desse ano o procon recebeu mais de 21 milhões reclamações de usuários de Tvs por assinatura. Entre os problemas: Programação imprópria, falhas técnicas, cobranças indevidas e atendimento ruim.
Mas esse não é o único problema!
Quando ela foi implantada aqui no Brasil, analistas tinham a certeza que seria um dos setores de maior crescimento da Economia.
No começo isso realmente parecia estar acontecendo.
O objetivo era alcançar a marca de 8 milhões de assinantes. Mas tudo começou a mudar desde 1997...
Mas o que será que havia acontecido?
Antes, a venda de assinaturas ocorria sem nenhum problema. Novos conhecimentos e culturas faziam parte da programação. E eram muito bem aceitas, pois os assinantes eram formados por classes de alto poder aquisitivo.
A medida que as assinaturas foram aumentando, esse setor se deparou com novos perfis de assinantes. Já não bastavam canais como o Sony, Superstation, CNN ou RAI, entre outros, que ofereciam uma programação em língua estrangeira e sem qualquer forma de tradução. Para piorar as coisas, empresas como a NET promoveram atualizações tecnológicas obrigando seus assinantes a arcar com as despesas.
O resultado disso foi um clima de insatisfação com o serviço oferecido, levando a NET a se tornar uma da lideres de reclamações no Procom. O erro da NET num primeiro momento beneficiou a TVA que obteve desde então um desempenho superior. Mas mesmo a TVA também vem enfrentando sérios problemas.
Também existe um excesso de reprises na maioria dos canais. Canais como o Eurochanel chega a repetir dezenas de vezes o mesmo filme.
Talvez por esses diversos motivos a Tv Paga esteja “decaindo”. Seria preciso uma programação mais atraente, e um compromisso desse setor com o seu público.
Liberdade na tv à cabo
O substitutivo aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio obriga as operadoras a contar com 50% de canais com conteúdo nacional. Os canais estrangeiros também terão que dedicar, individualmente, 10% da grade para programação brasileira. Não contam nestas cotas os canais do chamado must carry – que inclui as TVs abertas e os canais obrigatórios, como a TV Senado e a TV Câmara.
Como a definição de conteúdo brasileiro será a mesma da Agência Nacional de Cinema (Ancine), ou seja, a produtora precisa ter maioria de capital nacional, as produções de canais estrangeiros no País também não contariam no projeto. O projeto também define o horário em que a programação nacional deve ser veiculada nos canais estrangeiros: entre 6h e meia-noite.
Para a ABTA, que reúne todos os operadores, programadores e fornecedores da indústria de TV por assinatura no País, o projeto é um retrocesso e um passo ao autoritarismo, uma vez que permitiria o controle dos meios de comunicação. Além disso, traz impactos econômicos ao setor.
O Presidente-Executivo da ABTA, Alexandre Annenberg, explica que a imposição das cotas de conteúdo nacional ou vai encarecer o serviço aos assinantes ou vai forçar os programadores e operadores a reduzirem os canais estrangeiros, o que pode inviabilizar toda a indústria de TV por assinatura no País, a participação do conteúdo nacional é muito nescessária, mas o mecanismo não deve ser a restrição ao conteúdo estrangeiro. O ideal seria incentivar e estimular a indústria do audio-visual no País.
O filme convida os assinantes a entrar em contato com seus deputados para dizer “eu pago, eu escolho o que quero assistir na minha TV por assinatura!”. A ABTA espera alertar e ter o apoio de toda sua base de clientes . O setor de TV por assinatura conta hoje no Brasil com mais de cinco milhões de domicílios assinantes, o que significa mais de 20 milhões de telespectadores em todo País. O Projeto de Lei 29/2007 já foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico e será votado agora na Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicações, cujo relator, o deputado Jorge Bittar (PT-RJ), é um dos defensores da política que cria as cotas de conteúdo nacional.
Já o hotsite citado acima já está no ar, e alem de explicar melhor essa campanha ainda disponibliza um tipo de e-mail para que as pessoas possam mandar para os deputados, é só entrar no site colocar seu nome e email confirmar com o numero de segurança e enviar, algo como um abaixo assinado, que até a hora em que isso está sendo postado aqui, já estava com 8088 pessoas participando, e olha que esse é apenas o 1° dia da campanha.
se alguém estiver interessado em participar dessa campanha também é só entrar nesse site aqui:
www.liberdadenatv.com.br
também para quem quiser segue o endereço do video da campanha, que fala um pouco da campanha e do site cujo o endereço está ai em cima
http://www.youtube.com/watch?v=wyJKJfUa-Rc
Talita Morais
domingo, 2 de dezembro de 2007
dublagem na tv à cabo
O canal fox ( aquele que passa os simpsons, e a tão conheçida serie 24 horas) já colocava filmes dublados em sua programação, e agora começou a colocar seriados dublados também, o primeiro seriado que entrou dublado na programação foi 24 horas no dia 01/07, para a audiência, aquilo foi um choque, pois já estavam acostumados a ter as series legendadas e com o áudio original, mas essa ideia agradou uma parte dos assinantes, que preferem assistir as series dubladas, mas outra parte ficou enfurecida.
A fox, já tinha um histórico um pouco ruim, pois além de ser um dos canais menos assistidos por quem tem tv paga, também já chegou a apresentar um episódio novo de uma série quando na verdade ele era apenas uma reprise, sem falar nos comerciais que entram no meio do episódio, apesar desse monte de problemas, a fox coloca a culpa apenas nas legendas.
Diferentemente de outros canais que passam séries, como Sony e Warner, apenas agora que a fox resolver colocar o horário das 22:00hs para séries, mas ele fizeram escolhas erradas para os dias da semana, sem se preocupar com a concorrência, algo que as outras sabem bem fazer.
Durante o Oscar da Dublagem que ocorreu no dia 14/07/2007 durante o evento Anime friends, alguns dubladores disseram que essa opção da fox de passar seriados dublados seria uma parceria com a ANAD (Associação Nacional de Artistas de Dublagem) para divulgar a dublagem na tv paga, mas se isso era realmente verdade eu não sei, pois já existem(hoje bem mais do que no inicio da tv paga no Brasil) inumeros canais de tv paga que tem sua programação 100% dublada, como canais com desenhos (cartoon network, nick, jetix, disney, animax, boomerange, etc.) e os de filmes (HBO family, telecine pipoca, TNT etc.), e também apenas durante esse evento foi dito isso (infelizmente eu não encontrei nenhum vídeo falando sobre isso pra comprovar que isso realmente foi dito, mas eu estava lá e presenciei o que foi dito).
Por enquanto a fox continua a por suas séries dubladas, e pelo que parece é por tempo indeterminado, e assim desagradando muitos de seus fãs mais fiéis, apesar que assistir séries dubladas, é apenas questão de costume por parte do expectador que por ter tv à cabo, está acostumado a assistir séries legendadas e com o som original, pois como todos sabem, a dublagem brasileira é boa, e quem sabe a melhor do mundo, e já que a tv aberta tem tudo dublado, por que a tv à cabo não pode fazer o mesmo, afinal, os brasileiros tem que gostar mais da lingua que aprenderam a falar com seua pais e avós.
Talita Morais
Exclusividades são problema ou vantagem???
Cartoon Network, exibida geralmente a partir das 23hs nos finais de semana e de caráter xulo e escrachado, que já exibe produções brasileiras, e é outra exclusividade da TV paga, apesar de ser "a cara" da MTV. Já este não tem do que reclamar em termos de popularidade, já que graças a pérolas como Frango Robô, já possui fãs fiéis.sábado, 1 de dezembro de 2007
Quem tem TV por assinatura ainda vai ter que comprar decodificador!
A TVA vai anunciar seu novo decodificador até março, que será cedido sem custo para os assinantes que compraram por R$899,00 o aparelho lançado em junho do ano passado --já apto a receber o sinal digital e em alta definição da TV paga (disponível em apenas um canal), mas não da TV aberta. Para os outros assinantes, o gasto vai variar com o pacote e o tempo em que é cliente da empresa, mas o preço não foi informado. A Sky afirmou que vai lançar o novo equipamento ao longo de 2008 e nada mais.
O programa foi desenvolvido fora do Brasil e é equivalente ao nacional Ginga, que vai permitir essa interatividade na TV aberta, mas que ainda não está sendo produzido comercialmente. Por isso, os conversores que estão chegando ao varejo terão que ser trocados porque não será possível adaptá-los, viram só como esta sendo interessante a chegada da TV digital em um país despreparado que nem o nosso?
Cabe à TV por assinatura a importação, o que livraria os decodificadores das suspeitas de importação irregular na investigação da Polícia Federal.
Atualmente, a Net, assim como outras TVs por assinatura, já têm transmissão digital, mas não em alta definição, o que só será possível com o novo decodificador. Vale lembrar, no entanto, que há pouco conteúdo sendo produzido em alta definição nas emissoras de TV aberta e por assinatura no Brasil, logo não haverá diferença na maior parte do tempo.
O cronograma da troca seguirá o da transmissão da TV digital aberta, com previsão de chegada ao Rio de Janeiro em abril ou maio e, em todas as cidades brasileiras, até 2013.
OBS: A aquisição do aparelho não é recomendada para quem TVs de tubo (480 linhas) porque a imagem exibida já é a melhor possível com essa televisão. Para quem possui TVs de plasma ou LCD, é preciso ter pacotes a partir de R$ 119,90, nos quais o assinante já tem a chamada Net Digital e, agora, vai poder ter também a alta definição.
Julia Belisse
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
MÚSICA A CABO
Quando é pra se falar de música e tv paga, logo nos vêm à cabeça o canal MTV, não é? Olha.. Pode até ser, mas saiba que se é só isso que vem à sua cabeça, você pode estar desatualizado... Por que? Oras.. Porque na tv aberta, tudo bem... Praticamente só encontramos a Mtv, apesar de agora alguns outros canais exibirem clipes em determinados horários... Mas quando se trata de Tv Paga, ahh.. Nela podemos encontrar bem mais opções!Só para citar algumas, podemos encontrar por exemplo, a MTVla que é diferenciada por ter uma programação exclusivamente latina. Sim! Músicas latinas e programas sobre artistas latinos!
Tem também canais como o Multishow que em alguns horários exibe programas com muitos clipes, sempre um atrás do outro, sendo as vezes interrompidos para dar informações sobre alguns artistas tanto nacionais, quanto internacionais...Mas a maioria desses canais ainda continuam sendo internacionais.
Brasileiro mesmo, só a MTV. Que ultimamente anda tendo mais programas do que música e clipes. Internacionais, fora o MTVla já mencionado, podemos encontrar canais como Vh1, Much Music, e até a MTV2 com uma programação direcionada ao público jovem, onde passam clipes praticamente sem interrupções e alguns clipes de bandas não tão famosos, da cena underground...
O legal desses canais é, que assistindo eles, com certeza você fica mais bem informado e atualizado sobre o mundo da música, coisa que, na Tv Aberta, está em falta! Pois nela existem poucos canais que reservam programas para falar essencialmente de música, bandas novas e artistas novos... Além do que, os programas que tratam do assunto na Tv Aberta, costumam ser superficíais e enfocam na maioria somente a música POP, ou seja, aquelas que tocam nas rádios...
Para os adoradores de musica internacional ou até mesmo de música brasileira não popular, restam apenas os canais fechados...
É... Mais uma vez a Tv Paga nos surpreende com sua variedade em quantidade e qualidade de programas... E dessa vez sobre música.... A cabo!
Nicole Dalmazzo.
Voltando a infância...
Introdução de alguns desenhos animados exibidos pelo Disney Channel
http://www.youtube.com/watch?v=g9ZZkBENcZw
Grazi Miranda
O crescimento da Tv Paga
A oferta de canais da TV paga no Brasil cresceu 70%, atingiu 4 milhões de assinantes e um faturamento de R$ 4,5 bilhões em 2005. Ainda, evidentemente, distante dos altos índices de audiência da TV aberta brasileira, mas com um público cultural e economicamente muito bem qualificado, os canais pagos brasileiros evidenciam que o crescimento do setor, nos últimos dois anos, não é só fruto do interesse pela banda larga ou pela VoIP, mas também por seu conteúdo.
Dados do Ibope Telereporter medidos em seis praças (Grande São Paulo, Grande Rio, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Distrito Federal) mostram na média janeiro/dezembro de 2005, considerando-se o horário nobre, que canais como TNT, de filmes, o mais visto na TV paga, alcançou uma audiência de 77,5 (indivíduos por minuto), pouco abaixo da metade de audiência de canais da TV aberta.
Ao todo, os canais de TV por assinatura ao longo do ano passado foram assistidos por uma média de 2,1 milhões de pessoas/dia, com um tempo médio de 2h05min diante da tela.
A oferta de canais de TV paga no Brasil cresceu 70% nos últimos oito anos e chegou ao fim de 2005 com o recorde de 4 milhões de assinantes e um faturamento de R$ 4,5 bilhões. Há hoje no Brasil uma oferta de 107 canais de TV paga, apresentados em 15 gêneros de programação, de acordo com levantamento apresentado no "Anuário Pay-TV 2006", que acaba de ser lançado pela Editora Glasberg e considerado uma "bíblia" do segmento.
De acordo com a publicação, o mercado de TV por assinatura no Brasil deve chegar a um faturamento anual, em 2010, de R$ 8 bilhões, considerando um cenário base de 5.686 milhões de assinantes, segundo pesquisas do instituto Pay TV Survey (PTS). Num cenário otimista, de aumento maior da base (6.885 milhões de assinantes), segundo o instituto, a indústria faturaria cerca de R$ 10 bilhões.
Em um cenário pessimista, com inflação alta, nenhum crescimento do PIB e estagnação do número de assinantes em uma base de 4.057, a indústria faturaria em 2010 quase R$ 6 bilhões. O interesse do brasileiro pela TV paga vem crescendo num ritmo muito mais lento do que nos países vizinhos. Segundo o Mídia Fatos, publicação especializada da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), considerando-se o sistema cabo, a forma mais usual, enquanto na Colômbia 51% dos domicílios com TV tem o sistema, assim como 50% na Argentina, 27% no Peru e 16 na Venezuela, este numero chega a 13% no Brasil.
Em 1998, quando o anuário Pay-TV passou a acompanhar os números do setor, havia pouco mais de 60 canais disponíveis aos assinantes brasileiros, em comparação aos 170 de hoje. Atualmente, segundo levantamento do anuário, gênero que apresenta o maior número de canais é o de filmes e séries, com 29 canais, seguido do segmento esportivos, com nove canais, e animação/infantis, documentários, jornalísticos/informativos, com oito canais cada.
Um segmento que quase dobrou nos últimos três anos foi o erótico, que apresenta atualmente uma oferta de sete canais. As operações de cabo e MMDS têm, respectivamente, 60% e 6% de participação, enquanto que as operações de satélite (DTH, entre os quais incluem operadoras como Sky, DirecTV e TecSat) têm 34% de participação.
Para as crianças (o levantamento do Ibope considera indivíduos de 4 a 17 anos) as preferências naturalmente mudam e, considerando-se a audiência média em 2005, em todos os horários, os canais preferidos desta faixa etária foram o Cartoon Network (que pertence ao grupo Turner do Brasil como o TNT) seguido do Nickelodeon, Multishow, TNT, Discovery Kids, Jetix, Discovery, Warner Channel, Disney Channel, SporTV, entre outros.
E qual seria o futuro da tv paga?
TV PAGA EM 2010
O Brasil tem hoje 3,81 milhões de assinantes, de acordo com a ABTA. A PTS (Pay TV Survey), especializada em pesquisas do setor de TV paga, projetou o crescimento do setor com base em três diferentes cenários. No melhor deles, a base de assinantes pode crescer até 80% nos próximos cinco anos.
No primeiro caso, leva em conta uma recessão econômica, o mercado brasileiro de TV por assinatura encerraria 2005 com 3,87 milhões de usuários. Em 2010, mantido o mesmo cenário, o volume de assinantes seria de 4,06 milhões. Em um segundo cenário, considerado base (e mais provável de ocorrer), o número de assinantes chegaria a 3,98 milhões em 2005, e manteria uma média de alta de 5% ao ano, encerrando 2010 com 5,67 milhões de assinantes. Com base em um cenário otimista, o setor teria 4,02 milhões de usuários ao fim deste ano, cresceria em média mais de 7% ao ano, e encerraria 2010 com 6,86 milhões de assinantes.
Para Alexandre Annenberg, diretor-executivo da ABTA, a TV por assinatura não é supérfluo. "Entrou na casa dos assinantes e passou a fazer parte de seu cotidiano", afirma. "O número de usuários de TV paga sobe ao primeiro sinal de recuperação da economia, como aconteceu no início de 2005", diz Annenberg.
Com relação aos serviços de banda larga providos pelas operadoras de televisão por assinatura, o diretor da ABTA revela que são atualmente 392,6 mil usuários no Brasil. O número, referente ao final do mês de março, representa alta de 7% em relação a dezembro de 2004. Annenberg espera um contínuo e expressivo crescimento para esse mercado.
Iara Marques
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
A INFLUÊNCIA DAS SÉRIES

segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Existem contradições entre os Canais Abertos e a Tv Paga?

domingo, 18 de novembro de 2007
Concessões
O Serviço Especial de TV por Assinatura, que pouca gente conhece, deveria merecer mais atenção da sociedade. Na virada dos anos 80/90, 25 concessionárias ganharam gratuitamente essas licenças. Passados 15 anos, foram premiadas com a renovação automática e também gratuita dessas licenças, por omissão da Anatel e do Ministério das Comunicações. O mais grave é que, se no passado essas outorgas de radiodifusão e de telecomunicações eram feitas sem licitação pública, hoje, essas 25 empresas passam a contar com um patrimônio valioso: o escasso e cobiçado espectro de freqüência de UHF (os seus canais estão espalhados pelas faixas de 470 MHz até 806 MHz).
Esse serviço já começou errado. Em 1988, decreto do então presidente José Sarney cria essa modalidade de TV, para distribuir sons e imagens para assinantes com sinais codificados. Essa tentativa de criar uma TV paga com apenas um canal (cada canal ocupa 6 MHz, igual ao das TVs abertas) acabou não dando certo, e, já prevendo essa limitação, o próprio decreto de Sarney permitia a essa TV também transmitir parte da programação abertamente. As 25 licenças foram outorgadas para diferentes amigos do governo e, com o passar do tempo, foram mudando de mãos, embora algumas famílias de políticos as mantenham até os dias atuais. Entre elas os Magalhães, que possuem a outorga em Salvador (BA), e os Sarney, em São Luiz (MA). Entre os atuais concessionários estão os grupos RBS, Abril, Globo, O Dia, o empresário Antonio Dias Leite (antigo dono das operações de cabo Multicanal, vendidas depois para a Net), a Rádio Itatiaia (MG), e a Rede Brasileira de Comunicação (de Brasília).
No governo Collor, o ex-presidente chegou a publicar dois decretos sobre esses serviços. O primeiro revogava as concessões, e o segundo reabilitava os efeitos jurídicos das concessões pelo prazo remanescente das outorgas. Entre esses “efeitos jurídicos” reabilitados estava o direito de as concessionárias pedirem a renovação das licenças, por mais 15 anos. O que fizeram. Faltando dois anos para acabar o prazo da concessão, as 25 empresas ingressaram com o pedido de renovação na Anatel, que não se manifestou, e só está resgatando o tema agora, três anos depois. Aparentemente, tarde demais para mudar o status quo dessas licenças.
Essa omissão também contou com a colaboração do Minicom. Com uma exagerada cautela, a Anatel decidiu, em 2004, consultar o ministério sobre a quem caberia cuidar dessas concessões. É praxe no setor aproveitar a renovação de licenças para estabelecer novos condicionamentos (pagamento pela freqüência e regras claras para prestação do serviço, por exemplo), corrigindo, assim, distorções do passado. Quando a resposta do Minicom chegou, confirmando que a competência era mesmo da Anatel, já havia esgotado o prazo legal para o estabelecimento de novos condicionamentos. Em síntese, as concessões foram renovadas por decurso de prazo, sem qualquer contrapartida adicional.
A Anatel estuda como fazer para que esse serviço seja enquadrado como TV por assinatura, já que não se tem notícia de que qualquer desses canais tenha um único assinante pago. Até porque, por pressão desses concessionários, ao longo do tempo o poder concedente foi flexibilizando o período em que essas TVs podiam transmitir os sinais abertamente. Começou com 25%, passou para 35%, até que, em 2003, a Anatel aprova a ampliação para 45% o tempo de irradiação aberta diária.
Nesse último ato, assinado pelo então presidente da agência, Luiz Guilherme Schymura, fica estabelecida a data final de 30 de agosto de 2004 para essa transmissão. Em outubro de 2004, porém, um novo ato da agência, desta vez assinado por Pedro Jaime Ziller de Araújo, mantém esses canais com 45% de irradiação aberta até “a definição de uma nova política para a regência desta modalidade de serviço”, o que acabou não ocorrendo.
Peso de ouro
Agora, esses 25 concessionários têm em mãos não apenas um canal de TV aberto/fechado, mas um espectro de freqüência que passa a ser comercializado a peso de ouro em todo o mundo. Embora esses canais estejam espalhados pelo espectro UHF da radiodifusão (alguns em faixas baixas, de pouco valor comercial, como as de 470 MHz), muitas dessas TVs ocupam bandas que ficarão ao lado dos futuros canais da TV digital aberta, ou estão em faixas altamente valorizadas. A FCC (Federal Communication Comission), nos EUA, vendeu recentemente algumas dessas freqüências e já anunciou leilão para o próximo ano, com preço mínimo de US$ 4,5 bilhões. Esse espectro passou a ser visto pelo mundo como uma belíssima oportunidade para a transmissão de vídeo móvel.
Fato consumado, a Anatel precisa, agora, encontrar saídas técnicas que pelo menos façam com que essas concessionárias “especiais” invistam na oferta de serviços para a população. Uma das alternativas poderá ser tratá-las, de fato, como os demais operadores de TV paga, que têm as licenças para prestar o serviço pelo cabo, por rádio (MMDS) ou pelo satélite (DTH). Ou seja, passar a exigir cumprimento de metas de qualidade, ou de uso eficiente do espectro, entre outros. E acionar o seu poder fiscalizador. A conferir.
Festival de gambiarras
As concessões para o Serviço Especial de TV por Assinatura (TVA) perdidas por “decurso de prazo” pela Anatel e pelo Minicom, poderiam ser suspensas, caso o substitutivo que trata dos três projetos sobre distribuição de conteúdos digitais que tramitam no Congresso Federal unifique todas as normas e diferentes regras que envolvem, hoje, o serviço de televisão paga. A avaliação é de Gustavo Gindre, do coletivo Intervozes. “A questão central aí envolvida é a necessidade de um novo marco regulatório para as comunicações que acabe com esse festival de gambiarras. Se não for possível, teríamos que tentar pelo menos uma unificação da regulamentação dos serviços de acesso condicionado na TV, hoje dispersos no cabo (na forma de lei), no MMDS, no DTH e no Serviço Especial por Assinatura. Espero que o relatório do [deputado Jorge] Bittar sobre os três projetos que estão na Câmara pelo menos tenha a ambição de unificar a regulação da TV paga. Pelo menos isso”, defende.
O deputado Jorge Bittar (PT/RJ), relator do substitutivo, contudo, ainda não tem posição definida sobre o futuro deste serviço especial que, talvez, exija uma menção específica no documento final de projeto de lei. “Vou solicitar à consultoria da Câmara um estudo sobre o serviço, as normas e as portarias que o criaram. Temos que abordar o tema, considerando inclusive o novo papel da Anatel na fiscalização das TVs pagas”, diz.
Nessa regulação única para a TV paga, está claro, para Gindre, que simplesmente não deveria existir esse serviço especial. “O serviço não está amparado em nenhuma legislação, as outorgas são superprecárias, a maior parte não funciona direito e elas ocupam um espaço que acabou se tornando escasso (graças ao modelo de transição que o governo impôs para a digitalização da TV aberta)”. Por isso, diz ele, as licenças poderiam ser revogadas pelo substitutivo, de modo que esses canais retornassem para o PBTVD (Plano Básico da TV Digital).
Do ponto de vista jurídico, Gindre acredita que não seria difícil revogar as outorgas e extinguir o serviço especial de TV por assinatura. O problema é político: “encontrar gente no Congresso Nacional com coragem para fazer isso”. De qualquer forma, destaca ele, “seja pela existência desses três projetos no Congresso e a possibilidade de termos uma unificação da regulação da TV paga; seja pela digitalização da TV aberta, o momento para se fazer algo é agora”.
Iara Marques
sábado, 17 de novembro de 2007
A Programação
Já tem um tempo que eu to querendo postar sobre a programação da tv paga, por isso vou aproveitar o gancho da Nicole!!!
Quando meu pai deu a notícia que tinha assinado a TVA, meu primeiro pensamento foi "-Agoraa vou passar o dia inteiro vendo filmes e seriadoos". Isso porque a maioria dos canais pagos exibem filmes e seriado americanos, todos com diversas reprises ao longo da semana e do mês.
E por falar em programação => filmes e seriadooos = LOST.

Lost que, na minha humilde opinião, é um dos melhores seriados exibidos hoje. Se vc discorda de ser um dos melhores, tem que concordar que é um dos mais conhecidos, juntamente com 24 Horas. Qualquer um sabe pelo menos um pouco da história do "Jack" de cada série (Shephard, de Lost e Bauer de 24 Horas).
Eu acredito que o sucesso dessas 2 séries aqui no Brasil se deve pelo fato de ambas passarem todo o início de ano na Globo. Até porque antes disso eu nunca tinha ouvido falar em Lost, até que um belo domingo o Fantástico terminou mais cedo para a exibição do primeiro capítulo de Lost, e a partir daí, não parei mais.
Mas uma notícia me deixou "triste" esses dias, a 4ª temporada de Lost e a 7ª de 24 Horas estão comprometidas nessa greve de roteiristas. Como não estou muito por dentro desse assunto, não vou prosseguir, mais fico aqui pensando na quantidade de dinheiro que está sendo perdida com tudo isso, rs.
Mas voltando as séries, a última grande série de sucesso americano a estreiar no Brasil é Heroes, pela Record, essa, infelismente eu nunca assisti, portanto não vou comentar.
Junto com as séries vêm os filmes. O maior canal de filmes é, sem dúvida, a HBO, [que graças a esse post eu descobri que tá com o sinal aberto] e é nela que passa os melhores filmes, e o melhor, sem intervalos, diferente da Warner, na qual os intervalos comercias são maiores que as partes do filme, rs
Mas não é só de seriados e filmes que sobrevive a programação da tv paga. Têm também os canais de jornalismo, que não são poucos, os infantis, que são muito bons, com desenhos educativos e que despertam a criatividade das crianças. Canais sobre a natureza, como o Discovery, Natgeo e Animal Planet, que passam diversas curiosidades sobre o mundo. Também têm os canais de música, de religião, política, variedades, enfim, são canais de não acabam mais, e se eu falar de todos não termino isso tão cedo.
Abraço a todos.
Grazi Miranda!!
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
BBB NA COMODIDADE DO SEU LAR!

Não, não estou falando nem do Natal, neeeem do Reveilloon...Muito menos da coca de 3 litros...
"Hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa, é de quem quiser, quem vier.."Também não...
Estou falando de maaaais um Big Brother Brasil...Sim! Aquele onde você fica assistindo um monte de gente dentro de uma casa sem ter o que fazer...! E que no final, um deles ainda pode sair com a humilde quantia de 1 milhão no bolso...!
Bom.. Mas o que teria isso a ver com tv a cabo?
Simples... Pela Net você pode assinar o pacote do BBB, e ficar assistindo 24 hrs..Imagine? Que gostoso? Hahah!
Vai poder ficar vendo os bonitões andando pelados pela “casa mais invadida do País!” Saber de todas as características de uma pessoa que você nunca viu na sua vida! Ao menos que você conheça!!!
Enfim...Essa curiosidade de saber da vida dos outros, de tentar adivinhar quais vão ser os próximos casais da casa, as próximas intrigas e etc, fazem com que algumas pessoas não se contentem em só assistir as cenas que passam na Globo (e para quem tem Tv a Cabo, colocar no canal 42, para assistir mais 20 minutos!). Elas querem mais!!! Por isso, é claro, compram o pacote 24 horas de programação do BBB! “Com um super desconto, levando para você cada detalhe do cotidiano da casa e tudo o que acontece dentro dela. Aproveite. Quem é NET assina.”
E são com essas divulgações de Pay Per View, que as Tv’s a Cabo ganham! Não só com o Big Brother, mas com todos os outros programas, séries e filmes, que podem ser comprados por um preço similar de um cinema!
Para que o público vai assistir só 1 hora de BBB na Globo, se pode ter muito mais cenas (sem censura) na sua TV. Ou então, para que vai sair de casa para alugar um Dvd, se ele pode comprar o filme na sua casa com muito mais praticidade???
É... não é só pela internet que se conhece o mundo.Tv a cabo hoje em dia é assim: o canal, o filme, a programação que você quer na HORA que você quer!
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
TV pela internet???
Vem ai a TV pela internet : A Microsoft e a empresa indiana Reliance Anil D. Ambani Group anunciaram nesta segunda-feira, 9, que fecharam um acordo no valor de US$ 500 milhões para lançar um serviço de televisão pela internet (IPTV) na Índia.
O dono da Reliance afirmou que o serviço de televisão pela internet será interativo, pessoal e contará com tecnologia de ponta. Disse ainda que o grupo lançará serviços de TV por assinatura via satélite nos próximos meses, ao qual a Microsoft contribuirá fornecendo redes de fibra óptica. Agora gostaria de saber se realmente vai dar certo... Procurarei mais informações sobre isso e se virá ate o Brasil!!
Julia Belisse
Poucas pessoas devem assistir a chegada da TV Digital em São Paulo. Mas para quem tem Tv por assinatura não mudará em nada.
Os conversores chegam atrasados ao varejo, com preço muito acima do previsto pelo governo e sem recursos de interatividade. Chegaram a anunciar que a caixa conversora de TV aberta digital custaria de R$ 80,00 a R$ 100,00. Porém, às vésperas do início das transmissões digitais, os equipamentos mais baratos que apareceram até agora custam R$ 799,00.
O conversor, que se parece com o decodificador da TV paga, permite receber o sinal digital de TV aberta e assisti-lo nos aparelhos atuais. Alguns modelos possuem saída analógica, para ser ligada nos televisores de tubo. Outros têm saídas digitais, para os aparelhos de plasma e cristal líquido. Quem não quiser investir agora, não precisa se preocupar: o sinal analógico continuará a ser transmitido pelo menos até 2016. Para quem tem TV paga, nada muda em 2 de dezembro.
TV paga: Para quem assina a TV paga, não muda nada no dia 2 de dezembro. As empresas de televisão por assinatura vão oferecer canais em alta definição e decodificadores novos para seus clientes. Quem tem TV paga não é obrigado a comprar um conversor de TV aberta. Cada empresa definirá seu cronograma para a alta definição
Julia Belisse
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Retomada do crescimento da TV por assinatura em 2004
A TV por assinatura sempre foi mal vista no Brasil pelos brasileiros muito ligados a Tv aberta e apostavam que ela iria desmoronar aos primeiros indicios de dificuldades economicas, mas ao contrario do que as pessoas pensavam a TV por assinatura amadureceu e enfrentou com maturidade os tempos de crise, ela conseguiu fidelizar e manter sua base de assinantes, sempre agradando o seu público alvo com preços dentro do orçamento familiar, programas de cultura, educação, lazer e interatividade com o consumidor de seus produtos. A TV por assinatura cresce junto com a economia, mas o contrario não acontece, tanto que no primeiro semestre de 2004 a base de assinantes cresceu e foi superior ao desenvolvimento do PIB.
Ela teve um grande impulso por causa da internet em banda larga, atraves da internet via cable modem, a tecnologia que substitui o acesso discado e deixa a linha telefonica disponivel para receber e efetuar ligações. Por trás de todo esse sucesso da banda larga, está uma infra-estrutua muito grande, representada por em média 60 mil quilometros de rede de cabos e fibras ópticas que tem como alcance mais de 20 milhões de casas, esse sucesso tambem vem por suas inovações como o projeto de inclusão digital no país e a TV interativa, por esses e outros motivos a TV por assinatura deve crescer a medida em que vai se tornando viável e compativel com a realidade economica brasileira.
Diante de todos esses aspectos a TV por assinatura ou a cabo comemora a cada dia seu crescimento de uma forma madura e sólida, fruto de uma indústria que tem aprendido a conviver e a se ajustar aos movimentos da economia brasileira e essa parceria a cada dia rende mais a ambos os lados, assim gerando cada dia mais empregos aos brasileiros assim como nós!
Julia Belisse